
Essa foi a manchete que me chamou atenção, diante das minhas leituras matinais do site de notícias (diga-se: http://g1.globo.com).
A primeira coisa que me veio á cabeça ao ver essa imagem foi: "algodão doce! As crianças irão amar comer um doce que mais se parece com um...pokemon". Mas, ao ler mais a fundo a reportagem, vi que isso não se passava de uma réplica do dito cujo H1N1, que se alastrou pelo mundo durante esses últimos meses.
A segunda coisa que me veio á cabeça: qual criança iria querer trocar seu brinquedo preferido (Exemplo: Max Steel articulável com arminha super laser, para meninos, ou uma super Barbie Butterfly que voa de verdade, para meninas) por uma réplica do vírus H1N1, que nada mais é do que uma pelúcia, sem funções adicionais?
Mas valeu a intenção da GIANTmicrobes, pois é uma mutação de vírus da qual as pessoas ainda não tem imunidade (por ser novo na sociedade) e, tampouco, informação.
O pokemon, digo, a réplica do vírus H1N1 custa, em média, 15 reais e vem com um folheto informativo sobre o microorganismo.
Será que vale a pena contaminar o mundo com 'esse' virús de pelúcia?








